domingo, 16 de outubro de 2011

Como ativar o novo visual do Facebook,na sua página

Bem gente, todo mundo sabe que as mudanças do facebook foram apresentadas hoje por Mark Zuckerberg, #fato. O que poucos sabem é que já se pode ativar o novo visual ao seu perfil através de um “cadastro” como developer no próprio facebook.
Abaixo segue os passos necessários para poder está configurando o mesmo (“truque” descoberto pelo site americano TechCrunch): Nós só estamos repassando aqui pra galera!! Bora lá!
1) Faça o login no Facebook e, no campo de pesquisa, procure por developer. Clique na primeira opção que vai aparecer.
2) Adicione o app developer e permita que ele acesse suas informações. Para isso, é preciso que sua conta seja verificada (você precisa fornecer um número de telefone para ser associado a ela).
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3) Crie um novo app clicando no botão Create New App. Escolha um display name e um namespace qualquer, marque I agree to the Platform Privacy Policy e confirme.
4) Você será direcionado para uma outra página e, na coluna da esquerda, existe a opçãoOpen Graph. Clique na mesma.
5) Agora, preencha os 2 campos centrais com um verbo e uma ação, por ex: read e “book“, ou eat pizzaClique em “Começar.
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6) Altere alguma das opções: por ex, no campo past tense, mude o passado do verbo. Se você escreveu “watch” na tela anterior, por exemplo, troque o verbo “watched” por “watchhh“.
7) Ao final da página, clique no botão “Save Changes“. Pronto! Assim que você voltar ao seu perfil, aparecerá um box oferecendo o novo visual.
***Passo a passo retirado do site americano TechCrunch e traduzido pela equipe do Olhar Digital.

Pronto você já pode desfrutar da nova estrutura do Facebook.

Sua Empresa já conhece o conceito de EFM? Não? Descubra do que se trata

Descubra este novo conceito de gestão de reclamações dos clientes e reveja seu conceito de CRM.

Elogios ou reclamações, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) é um espaço onde o cliente pode se relacionar e se comunicar com a empresa. Seja qual for a ferramenta de comunicação escolhida para contato (0800, e-mail, chat, SMS), uma vez que este consumidor fez uma reclamação, por exemplo, espera que a empresa faça algo a respeito.
Como o próprio nome diz, o conceito de gestão de relacionamento com cliente (CRM – Customer Relationship Management) é focado na relação da empresa com seu consumidor. Mas, do ponto de vista da tecnologia, que tipo de solução faz a gestão do conteúdo das reclamações desses clientes?
O conceito de gestão de queixas de clientes (EFM – Enterprise Feedback Management) é simples: enquanto o CRM tem foco no cliente em si, o EFM tem foco na raiz do problema. Uma solução de EFM – que pode ou não ser integrada ao CRM – agrupa e tipifica as reclamações para, depois, identificar a causa-raiz do problema que está gerando insatisfação do cliente. Sabendo a origem do problema, a empresa consegue solucioná-lo, garantindo que novas reclamações originárias deste tipo específico de problema não se repitam.
Para que a empresa tenha uma boa saúde no relacionamento com o seu cliente, é necessário que ela trabalhe sob as plataformas  de CRM e de EFM. Esses dois tipos de soluções proporcionam uma visão ampla dos pontos de gargalos que precisam ser melhorados para garantir a satisfação do cliente. Além disso, na Era do Consumidor 2.0, é importante que as empresas estejam preparadas e ativas na mídia social e tenham o controle disso.
Há 20 anos, ninguém falava sobre sites onde o consumidor pode deixar reclamações ou elogios a uma marca ou serviço. Hoje, o consumidor está muito mais exigente e muito mais conectado entre si. Essa evolução de  comportamento do Consumidor 2.0 nos mostra que, hoje, ele até permite que a empresa pise na bola, o que não aceita é que ela persista ou ignore o erro. O cliente é tolerante, ele até aceita o ‘não’, desde que a empresa esteja embasada, tenha argumentos para sustentar esse ‘não’. Por isso, é importante que se tenha uma ferramenta de gestão de queixas, que gere um histórico de acontecimentos e consiga sustentar informações relevantes.

(*) Marco Bueno é diretor da Campo de Negócios, empresa parceira no Brasil da multinacional CDC Software.


Este conceito que pode e deve trabalhar em conjunto com o CRM, vem agregar valor e principalmente maior agilidade e conteúdo na gestão de queixas dos clientes algo que as empresas hoje em dia não podem se dar ao luxo de ignorarem, sob o risco de perderem credibilidade e com isso clientes .


By Oniromante

Quatro dicas sobre segurança na Nuvem

Estas são quatro dicas retiradas de empresas que passaram seus processos para a Nuvem.

Mais e mais empresas - já mais confortáveis com as práticas de virtualização e suas próprias nuvens privadas - estão considerando passar a usar nuvens públicas. Devem considerar, portanto, alguns conselhos daqueles que já migraram. A saber:

1. Verifique se o seu provedor tem VM-Specific Security

"Hypervisors nunca foram realmente concebidos para serem executados em um ambiente público", diz Beth Cohen, arquiteta sênior da consultoria Cloud Technology Partners.

Esse fato não necessariamente impede que eles sejam seguros, diz Cohen. Mas é prudente requer uma estratégia de segurança mais elástica que possa lidar com as questões de máquinas virtuais (VM).

Os clientes que migram para a nuvem pública precisam entender que a segurança do perímetro não vai ajudar na segurança interna de máquinas virtuais, diz Michael Berman, diretor de tecnologia da Catbird Networks.

2. Descubra uma maneira de validar todos os dispositivos conectados à rede

As previsões para as vendas de dispositivos móveis são surpreendentes. Segundo a Forrester, a vendas de tablets vão movimentar 208 milhões até 2014. O Gartner afirma que 1,1 bilhão de smartphones serão vendidos em 2015. Portanto, empresas que se deslocam para a nuvem devem se preparar suportar mais muitos destes dispositivos de consumo com acesso a dados corporativos e aplicações na nuvem.

"O BYOD é uma questão que merece cuidado, já que representa enorme dib=versidade de dispositivos tentando acessar os seus dados através das redes que você não controla", diz Tom Clare, diretor sênior de marketing de produto da Websense.

Jacob Braun, presidente e COO da Digital Media Waka, provedora de serviços gerenciados de segurança e consultoria de Massachusetts, diz que uma maneira de ajudar a limitar o número de usuários que querem conectar dispositivos pessoais na rede corporativa é a criação de barreiras políticas. O que inclui a definição do que podem ou não fazer no dispositivo enquanto estiverem ligados à rede, obrigando-os a pagar por proteção de malware móvel ou bloqueando o aparelho se houver um problema de segurança.

3. Force o seu provedor de nuvem a colocar a segurança em seu SLA

Os contratos padrão de provedores de cloud mal tocam a segurança. "Certifique-se seu provedor está disposta a avançar bem além de monitoramento simples de seu uso do serviço", diz Torsten George, vice-presidente de marketing mundial da Agiliance, fornecedora de segurança que oferece governança, risco e serviços de conformidade. Os clientes têm o direito de exigir do provedor melhores práticas de segurança.

"Isso não que dizer, absolutamente, pressionar por um SLA de segurança personalizado", diz Jeremy Crawford, CTO da MLSListings, uma Multiple Listing Service (MLS) regional, do Vale do Silício, que suporta mais de 5 mil corretoras e 18 mil assinantes. Crawford negociou SLAs focados em segurança com três provedores de cloud pública. Ele lança um olhar sobre o acordo dos prestadores de serviços de segurança padrão para estabelecer termos específicos sobre a responsabilidade compartilhada no caso de uma violação.

"Você tem que ter dentes no contrato ou você não tem pernas para se sustentar, se houver um vazamento de dados", diz Crawford.

4. Aja rapidamente

Richard Rees, gerente de serviços de consultoria da EMC, diz que as empresas devem mover-se rapidamente em um plano estratégico global para migrar seus processos de negócio para a nuvem pública, de forma controlada. Ao fazer isso, você evita o uso descontorlado de nuvem pública dentro das empresas.

"Fico sempre surpreendido com a rapidez com que os projetos-piloto departamentais se transformam em aplicações críticas de negócios", diz Rees. Devido ao custo relativamente baixo de entrada para a maioria dos aplicativos em nuvem pública, a probabilidade de que eles estejam sendo usados ​​sem o conhecimento de TI é bastante elevado.

Por: Christine Burns, Network World/EUA.

Estas são perguntas fundamentais a serem feitas pelas empresas que pretendem ou que já migraram seus processos para a "Nuvem".
By Oniromante

sábado, 15 de outubro de 2011

iPhone 4S, Os 5 recursos que o mundo corporativo vai adorar

Destaco estes 5 recursos que serão uma "Mão na roda", para a galera do mundo corporativo.


Na última semana o iPhone, da Apple, ícone da mobilidade, recebeu uma reforma interna, em vez de um redesign radical. E apesar das críticas iniciais, já é o celular mais vendido da história, com mais de um milhões de aparelhos encomendados nas primeiras 24 horas da pré-venda.

Do lado do hardware, o iPhone 4S tem uma câmera muito melhor, um processador mais rápido A5 (a mesma que está no iPad 2), velocidade para transmissão de dados muito superior a do iPhone 4 e suporte aos padrões de reded GSM e CDMA. No lado do software, o iPhone 4S vem com um assistente de inteligência artificial controlado por voz, chamado de Siri.

Executivos de negócios devem estar feliz de a Apple não cair na armadilha de fazer upgrades no iPhone apenas por causa da concorrência com o Android. Para usuários de negócios, no mundo real as necessidades atendidas superam o marketing dirigido por hype e percepção. E há um grande número de usuários corporativos do iPhone: a Apple afirma que 93 por cento das empresas Fortune 500 estão testando ou implementando o iPhone.

Tudo isso nos leva à primeira das cinco razões pelas quais o iPhone 4S será uma poderosa ferramenta de negócios.

Razão 1: Ter evitado a tentação do 4G

Uma vez que alguns celulares Android suportam redes 4G LTE, analistas de tecnologia como Rob Enderle e outros chegaram a prever que o mais novo iPhone da Apple também apoiaria 4G. "Outro telefone 3G seria um problema, dada a concorrência já ter migrado para o 4G", disse Enderle em uma discussão sobre os prós e contras de 4G, antes do lançamento do iPhone.

Para ele não importava que os imaturos chipsets 4G drenassem a vida da bateria como uma peneira, ou que a cobertura LTE continuasse sendo deficiente, com operadoras de telefonia móvel começando só agora a expansão da rede. Mas, para Apple, essas são, sim, razões de sobra para ainda não abraçar a nova tecnologia.

Por não migrar para o 4G, a Apple melhorou a duração do tempo de carga da bateria do iPhone 4S: oito horas de tempo de conversação 3G, 10 horas de vídeo. O que agrada os usuários corporativos.

Razão 2: Ter atendido a necessidade de maior velocidade

E sobre a velocidade de transferência de dados? A Apple aparentemente não perdeu muito, alegando que a execução iPhone 4S em redes 3G, incluindo HSPA +, que a AT&T afirma oferecer velocidades de 4G (e o próprio ITU considera um dos padrões de quarta-geração), duplica a velocidade de download iPhone 4 para 14,4 Mbps em downloads e 5,8 Mbps nos uploads.

"Esta é uma incrível velocidade de download, e nós vamos ter que ver para acreditar", diz Freimark. "Se eles podem acelerar o 3G para a sensação de uso da 4G, vai ser notável."

E se todo mundo adora velocidade de download, os usuários de negócios têm mais a ganhar. O download de relatórios de business intelligence com aplicativos para iPhone como Roambi começa a se tornar padrão. Além disso, mais e mais empresas estão usando o iPhone para comunicações por vídeo.

Relacionando a isso, o poder de processamento do novo A5 chip dual-core deve impulsionar o desempenho de gráficos gerados por aplicativos como Roambi. Para os departamentos de TI que querem gráficos, bem como melhorar o desempenho de redes privadas virtuais e a criptografia on-the-fly,"o novo chip efetivamente sobe a barra", Freimark diz.

Video em inglês com as informações

Razão 3: O "S" no iPhone 4S é o Siri, estou convicto disso

Para executivos super-ocupados, o assistente pessoal virtual Siri deve ser uma dádiva de Deus.

A Apple exibiu Siri durante o lançamento do iPhone 4S, em que Siri foi capaz de entender e compreender palavras faladas, como chuva e capa de chuva, ler mensagens de texto, dar acesso a aplicativos como alarmes e calendários a partir da leitura de mensagens recebidas e abertas pelo usuário, e até mesmo criar geo-tags que, por exemplo, possam lembrá-lo para comprar um pouco de leite depois de sair do escritório. Para um CEO, esta funcionalidade pode ser incalculável.

Enquanto Siri soa como algo perto do que vimos acontecer em Star Trek, uma grande questão permanece: como é que Siri vai se comportar no mundo real, com tanta interferência de vozes e ruídos? A curiosidade é grande.

Freimark acredita que a Apple é capaz de entregar tudo o que demonstrou na apresentação do iPhone 4S. A tecnologia de reconhecimento de voz já está presente no iPhone desde a versão 3G, mas não de forma tão sofisticada e integrada de forma nativa com os aplicativos. A Apple gastou milhões no ano passado para adquirir o Siri, um aplicativo para iPhone que passou a integrar alista de 15 melhores aplicativos do iPhone para os CEOs ocupado elaborada recentemente pela CIO.

O aplicativo Siri não foi atualizado por um ano, o que provavelmente significa que o pessoal da Siri e os engenheiros da Apple estão trabalhando juntos neste produto por todo esse tempo. "Há uma boa possibilidade dele vir a ser a killer app para o iPhone",opina Freimark.

Razão 4: Ser um aparelho para a economia global

Como esperado, a Apple conseguiu incluir no mesmo aparelho os padrões de rede CDMA e GSM. Isto, naturalmente, beneficia todos os globetrotters e os executivos de negócios obrigados a se deslocarem com frequência na economia global emergente.

Por exemplo, um dos executivos clientes da Tekserve carrega hoje dois iPhones: um CDMA da Verizon para uso nos Estados Unidos e um GSM desbloqueado para o exterior. Agora ele vai ser capaz usar um único iPhone 4S.

Razão 5: Airplay para empresas

O iPhone 4S suporta o padrão Airplay. Para usuários de negócios, esse recurso pode desempenhar um papel crítico em apresentações, diz Freimark, especialmente quando usado com a Apple TV. "É algo realmente impressionante", completa Freimark.

Mais um lançamento da empresa do falecido Jobs, e mais uma vez surpreende seus fãs.
By Oniromante

domingo, 2 de outubro de 2011

Pergunte Tecnologia: Kindle Fire chega prometendo derreter os concorren...

Pergunte Tecnologia: Kindle Fire chega prometendo derreter os concorren...: Kindle Fire vai fritar tablets com Android por Mauricio Moraes A Amazon anunciou nesta quarta-feira (28) o Kindle Fire, que muitos viram...

Kindle Fire chega prometendo derreter os concorrentes.

Kindle Fire vai fritar tablets com Android
por Mauricio Moraes


A Amazon anunciou nesta quarta-feira (28) o Kindle Fire, que muitos viram como concorrente do iPad 2. Engano. O aparelho vai acabar com Galaxy Tab e companhia.

Com um preço agressivo de US$ 199, a Amazon conseguiu criar o primeiro tablet superbarato e, à primeira vista, decente da história (claro que só os testes exaustivos no INFOlab podem confirmar isso). Até agora, nenhum dos principais fabricantes associados ao Android conseguiu ou quis repetir esse feito. Samsung, Motorola, Acer e Asus criaram modelos que não fogem muito do valor do iPad 2, com configurações parecidas e um grande problema em comum: a falta de conteúdo.

Hoje, praticamente não há jornais e revistas para os tablets com Android. O Google também não conseguiu montar uma loja de MP3 e o serviço de vídeos criado este ano, disponível apenas nos Estados Unidos, só permite alugar filmes. Há o Google Books, mas seu acervo ainda é mais limitado do que o da Amazon e também vale só na terra do Tio Sam. Esses problemas forçam o dono de um tablet com Android a procurar aplicativos de terceiros, capazes de preencher o vazio. Nesse ponto, a Apple – que conta com iTunes Store e App Store e exige só um login para tudo – não tinha concorrentes à altura. Até agora.

Com conteúdo capenga, os tablets com Android tinham a seu favor sua configuração (em alguns casos) ou um ou outro recurso extra (USB, DLNA, teclado retrátil, etc). Mas, para usuários leigos, esse idioma é grego. Pessoas comuns querem um tablet que traga um universo dentro de si e ainda seja fácil de usar. Foi justamente isso que garantiu o sucesso da Apple, que até hoje detém quase 70% desse mercado. O iPad e seu ecossistema tornaram-se uma solução, enquanto sobram lacunas nos rivais.

O Kindle Fire não sofre desses males. Como funciona associado aos serviços da Amazon, qualquer pessoa com uma conta na loja virtual poderá comprar e baixar milhares de filmes, músicas, livros e revistas, de modo fácil e intuitivo. A Amazon usou o Android como base, mas reconstruiu a interface radicalmente e tirou qualquer referência ao Google e seus serviços. Criou, assim, um aparelho multimídia que pode ter menos recursos do que os concorrentes, mas cumpre bem o seu propósito. Tudo isso só está disponível, claro, nos Estados Unidos.

As primeiras vítimas da estratégia da Amazon serão os tablets Xing-Ling, que custam quase a mesma coisa e pecam pela qualidade. Em seguida serão derrubados os tablets com Android. Eles terão de custar bem menos e os fabricantes vão precisar pressionar o Google para melhorar o conteúdo associado. Por último, o Kindle Fire vai chamuscar o iPad. A Apple perderá menos porque já se estabeleceu no mercado e seu produto virou sinônimo de tablet. O Kindle Fire é o único com uma marca forte o suficiente para competir. Os outros vão ter que se virar – e rápido.



Na minha opinião a nova visão da Amazom quando lança o Kindle Fire sob a perspectica que o mesmo será um catalizador de vendas para seus produtos e que o preço é baixo por que a lógica sobre ele é diferente é de quem quer que o consumidor tenha em mãos um veículo eficiente para levá-lo além de outros locais levé-lo as compras no site da Amazom. A lamentar que ele não venha com conexão 3G o que deve ter sido proposital para manter o preço baixo do produto.

By Oniromante